sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Al.


Eu estou longe daqui.
Looonge, muuuito longe.
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Nesses ultimos 3 meses tenho tido uma bela duma internet banda larga. Pagamos uma pequena fortuna por ela, mas, faz parte, as vantagem são realmente bem interessantes.
Além da satisfação sem tamanho de encontrar o CD no do Oasis - que não foi lançado ainda - disponibilizado no orkut e poder ouvi-lo 20 minutos depois; a digna Velox tem me trazido o prazer de assistir vários e diversos e milhares de filmes difíceis de encontrar na atmosfera terrestre.


Já tinha descoberto Almodovar em 2005, quando aluguei "La má Education" e bem nessa época longinqua já fiquei achando-o surpreendentemente único.
Nesses últimos meses não tenho outras palavras a não ser: simples, humano e apaixonado, Nossa, enquanto eu deixava de estudar pras provas e mergulhava num "Hable com Ella" echeio de fantasias e criticas sociais que eu entendia quão importante é esse homem para o cinema mundial.
Nessas horas que me pergunto, como e porque não é dado o valor necessário a um Diretor, produtor e ator tão significativo pro Cinema, porquea discriminação crescente a quem não pertence aos padrões Hollywoodianos? PORQUEEE?

Esse post foi escrito na hora do intervalo, ele é um post curto e incompleto e eu estou sendo expulsa do computador nesse momento. Apreciem Almodovar. Sem moderações!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

15 anos de sono atrasado.

Lis e Paulete. ela morou comigo por um tempo. a adorava, e é uma pena que tenhamos passado tão pouco tempo juntas...

me recordo de Tyler Durden dizendo: “quando você tem insônia, você nunca dorme de verdade e nunca acorda de verdade.” não sei se eram exatamente essas palavras, mas era esse o espírito da coisa. aliás, quem ainda não assistiu Clube da Luta deveria terminar de ler o post e dar um jeito nisso logo depois.

e de fato a insônia é assim. durante o dia o olhar cansado, quase melancólico, os passos arrastados, a respiração descompassada... as pessoas chegam a sentir medo quando vêem aquele ser, sem pentear os cabelos e com olheiras cadavéricas.

à noite, no entanto, uma euforia inexplicável. você se deita na cama ansioso por repor suas horas de sono atrasadas, mas não consegue sequer manter os olhos fechados por mais que um minuto inteiro. acaba saindo da cama, vai ler, comer, qualquer coisa... e quando se dá conta o sol já está brilhando.

você tenta de tudo: exercícios durante o dia, suco de maracujá, chá de camomila, calmantes leves, homeopatia, oração, massagem, simpatia, álcool, soníferos pesados... nada nunca traz resultados satisfatórios.

dizem que a consciência tranqüila é o melhor remédio contra a insônia. aí você pensa: “vai ver é isso!”, volta pra cama e se sente resignado com seu destino – você vai passar pela vida e jamais terá uma boa noite de sono.

- A injustiça não justifica a injustiça, eu sei... Mas me perdoe por tudo. Sempre.
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ah, e não vou explicar nada: a foto, o post, nada. cada um que pense o que bem entender.
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Beijos,
Lis.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Depois eu penso no título.

Bom dia/ boa tarde/noite a todos.


Tanto tempo sem postar, tinha esquecido como fazia o login, que deprimente.


Muita coisa aconteceu nesses dias, o que inclui a quinzena do caos, terminar namoro antigo, comecar outro novo, começar a amar , passar a odiar gente, me apresentar num domingo chuvoso com a minha banda na escola sendo que menos de 50 cabeças assistiam. Do colégio inteiro. Pelo menos a maioria aplaudiu =D, tenho sorte.
Sorri, chorei, mas para a minha sanidade mental fiquei mais feliz do que triste. Incrível como o tempo passa rápido e não dá pra sentir. Parece que planos que foram feitos escapam como areia entre os dedos, porque simplesmente não dá, a vida engole tudo.


Pessoas que achei que podia confiar mostraram outro lado que eu não queria ver nem nos meus sonhos. Outras só confirmaram o que eu já desconfiava, e não desperdicei a chance que me foi dada de aprender com os meus erros. Por isso tenho certeza de que não preciso de sorrisos, abraços e carinhos falsos. E se alguém que estiver lendo isso por acaso lembre das pessoas que acham que são verdadeiras consigo, todo o cuidado é pouco.

"Fulana, eu te amo muuuuuuito"

Oh por favor. Menos sempre é mais.




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Somos human beings e como bem disse Lis no seu último post, somos vulneráveis, condição que é a porta para a desordem entre nós. O que fazemos então?


Montamos uma barreira que não deixa que fraquezas escapem, no intuito de mostrar aos outros que somos belos, seguros e fortes? Não deixar que ninguém veja o choro de angústia? Mostrar a todos o quão sociável somos quando exibimos com orgulho os amigos que temos, seja no meio em estamos, ou no orkut? Desfilar o espetacular estilo que temos , nossa, vejam como somos originais.


O que vou falo aqui é o que todo mundo tá cansado de saber ou porque concluiu em algum momento da vida ou porque viu em algum lugar ou escutou de alguém, mas é mesmo, somos nada.


Isso, se defenda, diga que não. Eu tenho o meu valor, porra!


Mas é muito interessante o alívio que se obtém quando tiramos o peso todo que temos que carregar quando essas duas palavras inundam a mente e ressoam com o seu significado. Simples e objetivo. N-A-D-A. É preciso que a ficha do nada caia, para se dar conta do real valor que temos.


Mas se não gostar do que descobriu, o problema não é meu. =D





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Eis aonde minha curiosidade me leva:


1 - Sensação de ser um gênio;


2 - Vontade de me jogar da janela por me dar conta do tamanho da minha estupidez;


3 - Sensação de alívio, misturada com conclusão, misturada com felicidade, misturada com "bem feito se fudeu", misturada com "ah, eu já sabia". Misturada com "Ah, eu sou mais biscoito fino"


Já sentiram isso antes? Ou pelo menos alguma dessas coisas separadas?





Pois então vou contar uma historinha pra vocês:





[Pausa para comentário nonsense]

Protagonistas:

Asdrúbal

Josefina

Eugênia



Sentem-se e peguem as suas guloseimas. A historinha vai começar.


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Era uma vez um menino chamado Asdrúbal e uma menina chamada Josefina.


Asdrúbal morava em um lugar muito bonito que todo mundo conhecia no mundo inteiro. Ele estudava numa escola muito boa, e tinha a sua vida agitada de adolescente de 17 anos. [Well, se ele ia bem ou mal nessa escola não convém entrar em detalhes....]


Josefina por sua vez morava longe de Asdrúbal, mas nem taaanto, e ignorava a existência dele e vivia sua vidinha tranquilamente [ou não]. Josefina era uma gostosa, [e se eu não estivesse namorando bem que pegaria], e ela fazia muitas merdas para preencher seu vazio existencial. [soa familiar?] Ah e ela não era virgem. E nem Asdrúbal.


Até que um belo dia, ela conhece Asdrúbal, Asdrúbal conhece Josefina e os dois resolvem se conhecer. [é, essa parte é confusa pela falta de fontes confiáveis u.u]
Josefina resolve sair da sua paz para conhecer Asdrúbal e vai até a terra dele. Os dois então passam a se gostar apesar do pouco tempo que ficaram juntos, e Josefina cai MESMO de amores pelo dito-cujo. Ela volta para o seu canto, e Asdrúbal fica, fazendo juras de amor para sua companheira.


Só que Josefina logo fica sabendo que o tal do Asdrúbal era um menino muito bobo, feio e chato, porque ele fez uma coisa naeda legal com ela que nenhum namorado [leia-se homem que tem amor aos seus genitais] deve fazer. Apesar da distância , Josefina acreditava que Asdrúbal a amava, e que poderia ficar junto dela um dia, pra sempre. Coitadinha da Josefina, quebrou a cara.


Reza a lenda que ela então ficou muito mal, foi parar em pscicólogo e tudo, e entrou em depressão. Enquanto que o seu paladino estava na sua terra tomando suas biritas e pegando mulézinhas. Como o mundo é cruel. Que isso féra. [Enquanto isso Eugênia já estava de olho em Asdrúbal, porque o achava muito sexy.]


Asdrúbal, não tão feliz e contente como antes em sua terra, dá um mega-fora em Josefina, mas ela mesmo assim insiste e revela seu lado masoquista ao gostar de "apanhar" do cara que a colocou lindos galhos na cabeça . [é, a Josefina não tinha amor próprio.]


Então, aparece do nada uma terceira pessoa na história: Eugênia.


Asdrúbal passa a gostar de Eugênia, que sentia o mesmo, e os dois começam a namorar.


Eugênia que não era boba e que tinha problemas mentais e que era louca por Asdrúbal e queria saber tudo sobre a vida dele, passa a investigar a vida do seu amado e descobre a história toda com Josefina. Ela se surpreende um pouco [mentira, muito] e descobre que no final das contas a Josefina vai trabalhar numa rede de fast food muito famosa e sente pena dela no fundo. Não por ela trabalhar, lógico. Mas por ela terminar trabalhando numa rede de fast-food. [xD]
Então, ela pensou muito sobre isso, e descobriu que ainda sentia pena da Josefina mas não pelo motivo citado acima, e sim porque a entendia muito, e entendia tudo que ela havia sentido por causa de Asdrúbal e sabia o quão doloroso e difícil era passar por isso , pois ela mesma havia se encontrado em situação parecida há um tempo. E então resolveu deixar a história que Asdrúbal e Josefina viveram e tratou de se importar com o presente.


Mas e Josefina?


Ah, a Josefina ficou a ver navios durante um tempo, mas não por muito, pois ela também é esperta e resolveu arranjar um outro cara da mesma terra que Asdrúbal! ;P


Moral da história:

É gente, porque diabos não tiveram a idéia de construir a porra do trem-bala Rio-São Paulo antes? Ainda bem que não fizeram isso antes de Eugênia e Asdrúbal se conhecerem!
E a Eugênia ficou com vontade de pegar Josefina também! =X




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Cuidem dos seus bichinhos de estimação, porque os humanos não tão valendo nada. Beijos.





Músicas do mês:





Dreams - Deep Dish (Axwell remix)


This time - Dj Antoine


Outta my head - Ashlee Simpson


2+2=5 - Radiohead


Enjoy the Silence - Yvan&DanDaniel


A Rosa - Djavan