olá...
não sei exatamente porque eu resolvi vir aqui.. achei que tava muito abandonado e que a minha ausência era a mais profunda.. eu nem tenho tanto o que falar pra você, miserável leitor desocupado que resolveu, em seu momento de insanidade ler o que eu escrevo - ou não.
mas enfim, eu andei pensando (eu penso?) demais nesses últimos dias. mais que o normal. sobre tanta coisa...
imagina que você tá construindo uma coisa há muito tempo. você tá esculpindo, fazendo tudo à mão, tentando fazer com que fique perfeito. você tá dando o seu suor e o seu sangue por essa 'escultura', vamos tratar assim, porque você acredita que torná-la perfeita é um objetivo de vida válido.
mas aí você acaba se perdendo. você se dedica tanto àquilo fica cego. você não vê vida além da sua escultura. você crê naquilo como a sua redenção, como em um deus, como você nunca imaginou ser capaz de crer em nada. você se tranca em seu local de trabalho. e não sai de lá pra nada. esquece que tem que comer, dormir e fazer tudo que os seres humanos ditos normais fazem.
de repente, no meio de seu trabalho, sua escultura cria vida, sai andando sozinha e foge de você. você arregala os olhos, não acredita no que viu. todos os seus obejtivos e ideais, que estavam concentrados numa coisa só saíram correndo.
você vai atrás. durante dias e noites você persegue incessantemente aquilo que acreditava ser seu. você sabe que se você tomar mais impulso, criar mais fôlego, tiver mais força, você talvez consiga alcançá-la e trazê-la de volta.
é inútil. aquilo é muito mais rápido que você, está fora de seu controle. você deu vida a algo que não tem mais respeito por você e não quer mais estar por perto. mais do que dar vida a isso, você deu a sua vida a isso. e você vê a sua vida começar a se esvair na sua frente.
você fica cansado. você fica louco. você está sozinho.
você encontra alguém, um estrangeiro. descobre que ele há muito assiste de longe você e o seu trabalho. esse alguém te dá uma arma, querendo melhorar as coisas. você pode fazer o que bem entender com ela. o que você faz?
age da maneira mais insensata possível. dá um tiro em você mesmo.
se pelo menos você tivesse a sorte de morrer nesse ensejo... não precisaria assistir a desgraça que seu tiro causou.
sua escultura fugiu de você, definitivamente. você nunca mais vai vê-la novamente.
você atirou em sua coluna. está paraplégico. é obrigado a assistir a vida passar pra sempre, sentado em sua cadeira de rodas.
o estrangeiro que te deu a arma com tão boas intenções levou a culpa pelo acidente. também foi privado do contato com a escultura. depois foi preso. e depois expulso do país, mandado de volta para sua pátria.
bingo. você precisou destruir a sua vida e a do estrangeiro pra descobrir algo que já deveria saber há muito tempo: a sua escultura, aquela que você tanto amou, de que vai sentir falta pelo resto de seus dias, por que deu sua vida nunca precisou de você. você que é tão débil e frágil. e agora, sem ter mais pelo que lutar, você se encolhe em sua cadeira, e assiste à sua catástrofe sem precedentes. parabéns, você é um merda.
texto babaca baseado numa história real. acho que a maioria das pessoas que lêem isso aqui vão entender.
beijos,
Lis.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Tu és o Glorioso...
Cá estamos nós, depois de um dia de feriado, depois de um post respeitável da Larissa, e principalmente, depois de uma partida de futebol celestial.
Não estava em meus planos entrar em por menores futebolísticos nesse blog comunitário, mas é mais que inevitável que eu, Debbinha, botafoguense, histérica, comente sobre aquele jogo tenso de ontem.
Confesso que nesse ano de 2008 abandonei mais do que eu deveria meus futebois. Não tenho tido muitas notícias do meu Chelsea, e muito menos ainda do meu Bayern de Munique. Como esse meu Botafogo fez um final de temporada passada bobo, feio e chato, eu atribuo meu desgrudamento do futebol a isso.
Mas agora na reta final do carioca as coisas aos poucos tem voltado a ser como eram, Botafogo pra lá, e pra cá, perdendo pro Boavista e finalmente, ganhando do Fluminense \o/
Fui ver essa final - pra começo, só de informativo, odeio finais do meu time. Se for um Fla x Flu ou Porco x Corinthians eu vejo felizona, mas final do meu time é muito tenso - fui vendo, Botafogo esteve melhor no primeiro tempo, isso é fato incontestável, atacou mais, criou mais, e o Thiago Neves bateu mais.
No sábado, jogando papo fora com um amigo tricolor, Grande Chorchinho, ele falou para que eu e meu time tomassemos cuidado com um tal Washington que era O cara, e jogava pra caramba; como não tava muito sabida das escalações dos times cariocas, senão o meu, não tomei muito partido nem conhecimento, e vejam só como o destino é, esse Washington é o cara que sofre um pênalti no meio de uma jogada cheia de confusão envolvendo, de novo, e Thiago Neves.
Nessa hora meu pai sai do quarto e começa a reclamar de tudo relacionado a Botafogo e arbitragem. E começo a rezar feito louca. Washington começa a bater. E a bola começa a ir pra fora. Os fogos começaram a partir daí.
Depois disso, que se não me falha a memória foi mais ou menos aos 25 minutos, o jogo continuou melhor pro Fogão, mas nada de sair gol, nem prum lado nem pro outro.
A discussão do intervalo entre eu e meu pai foi, será que esse jogo vai matar-nos do coração indo pros penaltis, ou será que o Fluminense vai ganhar logo de vez?
Quando volta - o jogo volta, no meu ponto de vista mais equilibrado. Ainda tava melhor pro lado do Botafogo, mas o Fluminense tava criando mais, e ops! Quase fez um gol :S
Nosso técnico Cuca [maravilho-sooo!] já tinha tirado o Túlio [depois de tomar dois dribles loucos no 1º tempo do Conca...] e depois troca Zé carlos por Fábio, e no fim das contas Triguinho se machuca [Conca de novoo!] e é substituido também. Dentro da nossa perspectiva de metade do 2º tempo 0 x 0 em decisão = pênalti, estavamos absolutamente fudidos.
Mas há de vir uma luz. E a luz veio, e no final do 2º tempo, quando eu praticamente tô desistindo dessa vida do futebol e vou pegar um ovo de páscoa no armário, me aparece um Renato Silva, e aquele Fábio que foi substituido lá atrás, que o meu pai não gosta, dá um passe, que chega nos pés de ouro e cobre do Renatão Silva [que segundo ele nem deveria estar lá na frente no dito momento] e olho no lancê! GOL!
Nossa, que aflição que foi esse momento na minha vida. E pior que tá 0 x 0, é quando seu time faz o gol e faltam 10 minutos pro final, com um monte de confusão , os nervos alterados - da torcida e dos jogadores, Jorge Henrique, absolutamente indispensável pra final, expulso [foi bem comovente ve-lo chorar], mas enfim, Alessandro, outro que não devia mesmo ter sido expulso, também fora, e com 9 jogadores em campo, aos 51 minutos, o Botafogo é campeão da Taça Rio.
Fatos que merece ser lembrado:
Fato 1: Que porra era aquela de juiz atrás do gol? Pensem nisso.
Fato 2: Renato Gaúcho says: "Somos os melhores das Américas" [uau, somos melhores que os melhores das Américas 8)]
Fato 3: Como tá jogando esse Diguinho ♥, hein!?
:**
Até.
PS:Tô com a camisa do Fogão até agora.
Não estava em meus planos entrar em por menores futebolísticos nesse blog comunitário, mas é mais que inevitável que eu, Debbinha, botafoguense, histérica, comente sobre aquele jogo tenso de ontem.
Confesso que nesse ano de 2008 abandonei mais do que eu deveria meus futebois. Não tenho tido muitas notícias do meu Chelsea, e muito menos ainda do meu Bayern de Munique. Como esse meu Botafogo fez um final de temporada passada bobo, feio e chato, eu atribuo meu desgrudamento do futebol a isso.
Mas agora na reta final do carioca as coisas aos poucos tem voltado a ser como eram, Botafogo pra lá, e pra cá, perdendo pro Boavista e finalmente, ganhando do Fluminense \o/
Fui ver essa final - pra começo, só de informativo, odeio finais do meu time. Se for um Fla x Flu ou Porco x Corinthians eu vejo felizona, mas final do meu time é muito tenso - fui vendo, Botafogo esteve melhor no primeiro tempo, isso é fato incontestável, atacou mais, criou mais, e o Thiago Neves bateu mais.
No sábado, jogando papo fora com um amigo tricolor, Grande Chorchinho, ele falou para que eu e meu time tomassemos cuidado com um tal Washington que era O cara, e jogava pra caramba; como não tava muito sabida das escalações dos times cariocas, senão o meu, não tomei muito partido nem conhecimento, e vejam só como o destino é, esse Washington é o cara que sofre um pênalti no meio de uma jogada cheia de confusão envolvendo, de novo, e Thiago Neves.
Nessa hora meu pai sai do quarto e começa a reclamar de tudo relacionado a Botafogo e arbitragem. E começo a rezar feito louca. Washington começa a bater. E a bola começa a ir pra fora. Os fogos começaram a partir daí.
Depois disso, que se não me falha a memória foi mais ou menos aos 25 minutos, o jogo continuou melhor pro Fogão, mas nada de sair gol, nem prum lado nem pro outro.
A discussão do intervalo entre eu e meu pai foi, será que esse jogo vai matar-nos do coração indo pros penaltis, ou será que o Fluminense vai ganhar logo de vez?
Quando volta - o jogo volta, no meu ponto de vista mais equilibrado. Ainda tava melhor pro lado do Botafogo, mas o Fluminense tava criando mais, e ops! Quase fez um gol :S
Nosso técnico Cuca [maravilho-sooo!] já tinha tirado o Túlio [depois de tomar dois dribles loucos no 1º tempo do Conca...] e depois troca Zé carlos por Fábio, e no fim das contas Triguinho se machuca [Conca de novoo!] e é substituido também. Dentro da nossa perspectiva de metade do 2º tempo 0 x 0 em decisão = pênalti, estavamos absolutamente fudidos.
Mas há de vir uma luz. E a luz veio, e no final do 2º tempo, quando eu praticamente tô desistindo dessa vida do futebol e vou pegar um ovo de páscoa no armário, me aparece um Renato Silva, e aquele Fábio que foi substituido lá atrás, que o meu pai não gosta, dá um passe, que chega nos pés de ouro e cobre do Renatão Silva [que segundo ele nem deveria estar lá na frente no dito momento] e olho no lancê! GOL!
Nossa, que aflição que foi esse momento na minha vida. E pior que tá 0 x 0, é quando seu time faz o gol e faltam 10 minutos pro final, com um monte de confusão , os nervos alterados - da torcida e dos jogadores, Jorge Henrique, absolutamente indispensável pra final, expulso [foi bem comovente ve-lo chorar], mas enfim, Alessandro, outro que não devia mesmo ter sido expulso, também fora, e com 9 jogadores em campo, aos 51 minutos, o Botafogo é campeão da Taça Rio.
Fatos que merece ser lembrado:
Fato 1: Que porra era aquela de juiz atrás do gol? Pensem nisso.
Fato 2: Renato Gaúcho says: "Somos os melhores das Américas" [uau, somos melhores que os melhores das Américas 8)]
Fato 3: Como tá jogando esse Diguinho ♥, hein!?
:**
Até.
PS:Tô com a camisa do Fogão até agora.
sábado, 19 de abril de 2008
Onde a (gente) vai parar?

Pessoas, pessoas.
Ontem eu, Debbie, Laís, senhor Quaio e a turma toda presenciamos uma das cenas mais infames e ridículas da nossa ínfima existência.
Estávamos nós, na nossa aula preciosa de filosofia, em um debate acerca do manifesto comunista.
A classe se dividiu em vários grupos, que ficaram encarregados de explicar parágrafos pré-determinados do manifesto pela professora, para turma toda e assim formar um debate muito produtivo. O nosso grupo havia apresentado o trabalho na semana passada, abrindo o manifesto comunista, pois nós pegamos a parte do começo. Todos nós falamos.
Pois bem, tudo certo, os grupos se mostraram comprometidos na medida do possível de modo que cada integrante falou alguma coisa, fosse das nuvens branquinhas no céu e a relação delas com o capitalismo, ou as formigas e sua inspiradora complexidade que ajudam a entender o nosso comportamento trabalhador e consumista. TODOS até então falaram algo do trabalho.
Eis que o último grupo se apresenta. Um grupo de três, o menino e um casal de namorados.O garoto mais articulado começa a falar, e de sua maneira, consegue nos fazer entender (o seu ponto de vista) o ponto de vista do grupo, tudo ótimo. Aí, o segundo integrante, também garoto entra no debate de vez em quando para fazer comentários óbvios, mas que sinalizam que ele sabe do que o trabalho se trata, pelo menos. Os dois terminam de falar, e a professora está incomodada (e a turma toda) com a garota, que não falou nada a apresentação inteira (e em todas as aulas de filosofia assistidas até então).
A professora faz a seguinte pergunta:
- Francisca (nome fictício), o que você acha sobre essa coisa toda, de capitalismo, socialismo, comunismo, enfim do que tá acontecendo? Você não vai falar nada?
- ......... (5 minutos de silêncio).
A professora não desanima:
- Mas Francisca, é o seu trabalho, vale nota, você realmente não vai falar nada?
- ............................ (30 minutos de silêncio, a turma toda se olha constrangida, os grilos cantam).
As pessoas da sala tentam ajudar, pois pensam que o caso ainda tem solução:
-Francisca, fala alguma coisa, qualquer coisa!
Sim, ela fala alguma coisa:
-Aiiiiiiiieeeeeeeeeee gente, eu não quero falar nada! Aiiiiii não tô afiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim! Não querooo!
(Nisso ela se chacoalha de leve, bate os pés no chão e volta a sua posição normal).
Pessoas existem. Pessoas agem. Pessoas falam.
Pessoas comem. Pessoas bebem. Pessoas fazem necessidades.
Pessoas comem. Pessoas bebem. Pessoas fazem necessidades.
Pessoas namoram. Pessoas trabalham. Pessoas têm sentimentos e idéias.
Pessoas são livres.
Pessoas PENSAM! (No caso da Francisca não, abram uma exceção).
Mas, infelizmente, como no caso dela e de muita gente, ninguém quer falar nada.
Simples né?
Pois é, é exatamente assim que funciona.
Beijos na família. E comprem televisão, não se esqueçam, senão teremos muito mais Franciscas por aí.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
A única pergunta é: Proteger do que?
É, eu não deveria postar agora, assim um post atrás do outro, sebe, existe aquela regra implícita de postar uma de cada vez e enfim, há uma necessidade desse post existir aqui nesse momento.
Ontem eu perdi a minha carteira. As pessoas mais próximas de mim, como laís e Larissa têm bastante noção do que aquela carteira significava pra mim. As coisas que tinham lá dentro são irrecuperáveis, sabe, coisas que não podem ser trazidas de volta, ingressos antigos, fotos, endereços, e coisas ainda mais especiais.
Depois do meu choque, e depois de procurar loucamente a carteira com o Duait [ele me ajudou :)], fiquei um pouco conformada, e fui pra casa meio pra baixo.
Quando, eu, na minha humilde significancia chego em casa, conto a história pra digníssima senhora minha mãe, e a mesma enlouquece. Começa a procurar cartões do caralho-a-quatro, e a fazer pergutnar mecãnicas do tipo "Você tava com o cartão da GEAP?" "Você tava com o cartão do SESC?" "Você tava com o CPF?" E eu respondendo, "Não, mãe, tá com você."
Depois dessa cena ridícula chega o senhor meu pai e os dois resolvem ir a De-le-ga-ci-a, isso mesmo que você leu, delegacia.
Fiz uma pirraça muito bem feita, digna de uma criança de 6 anos de idade, mas não teve jeito, rumanos nós, família, pra 28º na Praça Seca.
Agora vem a parte traumatizante e comica, porque se essa história não fosse tão ruim pra mim seria uma diversão pra contar pros nossos netos. Entramos nós, família, no DP, no estacionamento existiam alguns policiais entrando nos carros de policiais com aquelas armas sem serventia enormes de policiais e uma mulher gorda horrorosa fumando.
Dentro do recinto, geladíssimo, 4 delinqüentes da escola municipal escondendo a cara, e mais algumas mulheres caso perdido, gordas, sujas, e derrotadas; a minha condição de estar dentro de uma delegacia hororosa com aquele monte de gente horrorosa às 8:30 da noite destruiu a minha pouca auto-estima que restava.
Crítica do dia: Isso é um texto sério. Na delegacia, minha mãe explica a situação pra mocinha declarada Adriana pelo crachá xerocado que ela levava na blusa. A parada é a seguinte, Adriana, disse-nos que não poderia existir um boletim de ocorrencia pro meu caso [eu desconfiei desde o princípio] e que eu só poderia dar uma queixa ou reclamar de alguma situação que procedesse da minha identidade xerocada perdida depois de acontecida.
Agora imaginem, um estelionatário digno de pena acha a xerox da identidade e fode com os meus dinheiros, e nomes. Depois de estar toda fudida eu volta lá e digo, Oh! Acabaram com a minha vida, dá pra fazer um boletim de ocorrencia?
QUE PORRA DE POLÍCIA É ESSA?
[Música do Dia: You don't love me - The Kooks]
=*
Ontem eu perdi a minha carteira. As pessoas mais próximas de mim, como laís e Larissa têm bastante noção do que aquela carteira significava pra mim. As coisas que tinham lá dentro são irrecuperáveis, sabe, coisas que não podem ser trazidas de volta, ingressos antigos, fotos, endereços, e coisas ainda mais especiais.
Depois do meu choque, e depois de procurar loucamente a carteira com o Duait [ele me ajudou :)], fiquei um pouco conformada, e fui pra casa meio pra baixo.
Quando, eu, na minha humilde significancia chego em casa, conto a história pra digníssima senhora minha mãe, e a mesma enlouquece. Começa a procurar cartões do caralho-a-quatro, e a fazer pergutnar mecãnicas do tipo "Você tava com o cartão da GEAP?" "Você tava com o cartão do SESC?" "Você tava com o CPF?" E eu respondendo, "Não, mãe, tá com você."
Depois dessa cena ridícula chega o senhor meu pai e os dois resolvem ir a De-le-ga-ci-a, isso mesmo que você leu, delegacia.
Fiz uma pirraça muito bem feita, digna de uma criança de 6 anos de idade, mas não teve jeito, rumanos nós, família, pra 28º na Praça Seca.
Agora vem a parte traumatizante e comica, porque se essa história não fosse tão ruim pra mim seria uma diversão pra contar pros nossos netos. Entramos nós, família, no DP, no estacionamento existiam alguns policiais entrando nos carros de policiais com aquelas armas sem serventia enormes de policiais e uma mulher gorda horrorosa fumando.
Dentro do recinto, geladíssimo, 4 delinqüentes da escola municipal escondendo a cara, e mais algumas mulheres caso perdido, gordas, sujas, e derrotadas; a minha condição de estar dentro de uma delegacia hororosa com aquele monte de gente horrorosa às 8:30 da noite destruiu a minha pouca auto-estima que restava.
Crítica do dia: Isso é um texto sério. Na delegacia, minha mãe explica a situação pra mocinha declarada Adriana pelo crachá xerocado que ela levava na blusa. A parada é a seguinte, Adriana, disse-nos que não poderia existir um boletim de ocorrencia pro meu caso [eu desconfiei desde o princípio] e que eu só poderia dar uma queixa ou reclamar de alguma situação que procedesse da minha identidade xerocada perdida depois de acontecida.
Agora imaginem, um estelionatário digno de pena acha a xerox da identidade e fode com os meus dinheiros, e nomes. Depois de estar toda fudida eu volta lá e digo, Oh! Acabaram com a minha vida, dá pra fazer um boletim de ocorrencia?
QUE PORRA DE POLÍCIA É ESSA?
[Música do Dia: You don't love me - The Kooks]
=*
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Tamo Trabalhano :)
Bom Dia!
Pois é, o que vai acontecendo enquanto você vai tendo um blog é que acontece aquele medo de perder o assunto e cair na mesmice. Nesses últimos 3 dias eu, Debbinha :D, já deveria ter postado, mas enfim, a criatividade não tava vindo. Ontem, pensei bastante no que eu poderia escrever, e só hoje vim chegar a uma conclusão plausivel.
Cada dia que passa da minha pacata vida de adolescente eu me impressiono mais com diversos tipos de absurdos que os humanos [inclusive eu] cometem. E uma coisa que me deixa sem ação é essa coisa cultural-aculturada que tem existido.
Não acho normal que vejamos indivíduos achando graça de desgraça, e destruindo cada dia mais os próprios cérebros, e eu me sinto no direito de fazer essa crítica pra tentar alertar ao menos os poucos visitantes desse blog. Como é que vai ser o futuro se a nossa geração se importa com tão pouco e corre numa busca sem sentido por atrofiar seu próprio cérebro, por perder seus próprios conhecimentos e vontades enquanto o mundo cada dia dá menos pra cobrar mais?
Entendamos que jamais seremos completos, não adianta comprar coisas caras, não adianta ser o que você não é, Você não é o conteúdo da sua carteira, você não é a sua conta do banco, nem o carro que você dirige. YOU HAVE TO GIVE UP.
Um exemplo dessa bitolação individual é uma maravilha literária encontrada no orkut de um antigo amiguinho de escola da Laís. Prepare-se, isso dói:
"A criação da Prexeca
A criação da Xoxota...
Sete bons homens de fino saber
Criaram a xoxota, como pode se ver...
Chegando na frente, veio um acougueiro
Com faca afiada deu um talho certeiro
Um bom marceneiro, com dedicação
Fez furo no centro com malho e formão
Em terceiro o alfaiate, capaz e moderno
Forrou com veludo o lado interno
Um bom caçador, chegando na hora
Forrou com raposa, a parte de fora
Em quinto chegou o sagaz pescador
Esfregando um peixe, que deu-lhe o odor
Em sexto, o bom padre da igreja daqui
Benzeu-a dizendo: "É só pra xixi!"
Por fim o marujo, zarolho e perneta
Chupou-a, fodeu-a e chamou de buceta."
:(:(
Sem comentários.
=* Até breve.
Pois é, o que vai acontecendo enquanto você vai tendo um blog é que acontece aquele medo de perder o assunto e cair na mesmice. Nesses últimos 3 dias eu, Debbinha :D, já deveria ter postado, mas enfim, a criatividade não tava vindo. Ontem, pensei bastante no que eu poderia escrever, e só hoje vim chegar a uma conclusão plausivel.
Cada dia que passa da minha pacata vida de adolescente eu me impressiono mais com diversos tipos de absurdos que os humanos [inclusive eu] cometem. E uma coisa que me deixa sem ação é essa coisa cultural-aculturada que tem existido.
Não acho normal que vejamos indivíduos achando graça de desgraça, e destruindo cada dia mais os próprios cérebros, e eu me sinto no direito de fazer essa crítica pra tentar alertar ao menos os poucos visitantes desse blog. Como é que vai ser o futuro se a nossa geração se importa com tão pouco e corre numa busca sem sentido por atrofiar seu próprio cérebro, por perder seus próprios conhecimentos e vontades enquanto o mundo cada dia dá menos pra cobrar mais?
Entendamos que jamais seremos completos, não adianta comprar coisas caras, não adianta ser o que você não é, Você não é o conteúdo da sua carteira, você não é a sua conta do banco, nem o carro que você dirige. YOU HAVE TO GIVE UP.
Um exemplo dessa bitolação individual é uma maravilha literária encontrada no orkut de um antigo amiguinho de escola da Laís. Prepare-se, isso dói:
"A criação da Prexeca
A criação da Xoxota...
Sete bons homens de fino saber
Criaram a xoxota, como pode se ver...
Chegando na frente, veio um acougueiro
Com faca afiada deu um talho certeiro
Um bom marceneiro, com dedicação
Fez furo no centro com malho e formão
Em terceiro o alfaiate, capaz e moderno
Forrou com veludo o lado interno
Um bom caçador, chegando na hora
Forrou com raposa, a parte de fora
Em quinto chegou o sagaz pescador
Esfregando um peixe, que deu-lhe o odor
Em sexto, o bom padre da igreja daqui
Benzeu-a dizendo: "É só pra xixi!"
Por fim o marujo, zarolho e perneta
Chupou-a, fodeu-a e chamou de buceta."
:(:(
Sem comentários.
=* Até breve.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
nhaam. eu postei ontem. hoje eu devia sossegar aqui e esperar mais um pouco. mas isso não importa, ninguém lê nada mesmo, então eu creio não estar incomodando. :]
de qualquer forma, eu vim aqui hoje porque tô bastante incomodada com duas coisas. e não tenho pra quem contar, então.. :D
coisa um - vamos começar pelo menos polêmico. hoje, graças a meu bom Deus, consegui chegar em casa relativamente cedo, devido ao teste de Química que eu e a Deborah fizemos "rápido" (tá, nós fomos as últimas a sair da sala, mas isso são meros detalhes, o fato é que mal ou bem, foi antes das 18h). enfim, cheguei a tempo de ver o RJTV - porque eu adooooro um jornalismo tendencioso - e me deparei com a seguinte notícia: EXPLODIU um boeiro no Centro, na esquina entre duas avenidas quaisquer.
COMO ASSIM?
tudo bem, não machucou ninguém, pelo que parece, mas isso não fez nenhum sentido pra mim! alguma vez um boeiro explodiu enquanto você, leitor (existe um leitor?) passava pela rua? o que leva um boeiro a explodir? por que motivo, razão, circunstância eu tenho que ver isso na TV e encarar como normal? é sério, isso me deu desorganização mental demaaaaais! peloamordeDeus, alguém me explica como é essa coisa de boeiro explodindo, porque eu não entendo.
coisa dois - gente, olha só, não queria ser linchada por isso tá? eu não tô querendo ser insensível com a dor da família e não queria ser acusada disso, então, façam o favor de ler o post até o fim antes de qualquer coisa, tá?
então.. o fato é que eu NÃO AGÜENTO MAIS o caso Isabella! tudo bem, ela tinha cinco anos e não é legal tacar criancinhas da janela.. eu me sensibilizei bastante quando vi a notícia pelas primeiras 57309320 vezes. mas sério, milhões de pessoas morrem de formas bastante cruéis todos os dias em todos os lugares do mundo e elas só viram estatística - quando viram. se eu fosse da família do raio da menina já ia estar de saco cheio de ver a minha ferida ser cutucada o tempo todo. já encheu o saco ver a mesma coisa todo dia sem nenhuma informação nova. a notícia podia parar de ser veiculada até descobrirem quem foi o assassino, que tal?
enfim, por hoje é só.
beijo na bunda.
de qualquer forma, eu vim aqui hoje porque tô bastante incomodada com duas coisas. e não tenho pra quem contar, então.. :D
coisa um - vamos começar pelo menos polêmico. hoje, graças a meu bom Deus, consegui chegar em casa relativamente cedo, devido ao teste de Química que eu e a Deborah fizemos "rápido" (tá, nós fomos as últimas a sair da sala, mas isso são meros detalhes, o fato é que mal ou bem, foi antes das 18h). enfim, cheguei a tempo de ver o RJTV - porque eu adooooro um jornalismo tendencioso - e me deparei com a seguinte notícia: EXPLODIU um boeiro no Centro, na esquina entre duas avenidas quaisquer.
COMO ASSIM?
tudo bem, não machucou ninguém, pelo que parece, mas isso não fez nenhum sentido pra mim! alguma vez um boeiro explodiu enquanto você, leitor (existe um leitor?) passava pela rua? o que leva um boeiro a explodir? por que motivo, razão, circunstância eu tenho que ver isso na TV e encarar como normal? é sério, isso me deu desorganização mental demaaaaais! peloamordeDeus, alguém me explica como é essa coisa de boeiro explodindo, porque eu não entendo.
coisa dois - gente, olha só, não queria ser linchada por isso tá? eu não tô querendo ser insensível com a dor da família e não queria ser acusada disso, então, façam o favor de ler o post até o fim antes de qualquer coisa, tá?
então.. o fato é que eu NÃO AGÜENTO MAIS o caso Isabella! tudo bem, ela tinha cinco anos e não é legal tacar criancinhas da janela.. eu me sensibilizei bastante quando vi a notícia pelas primeiras 57309320 vezes. mas sério, milhões de pessoas morrem de formas bastante cruéis todos os dias em todos os lugares do mundo e elas só viram estatística - quando viram. se eu fosse da família do raio da menina já ia estar de saco cheio de ver a minha ferida ser cutucada o tempo todo. já encheu o saco ver a mesma coisa todo dia sem nenhuma informação nova. a notícia podia parar de ser veiculada até descobrirem quem foi o assassino, que tal?
enfim, por hoje é só.
beijo na bunda.
domingo, 13 de abril de 2008
olá, amiguinhos. :]
então.. eu, tia Lis, fiz aquela coisa legal ali, que agora vai ficar no lugar do título do blog. meus olhos na esquerda, os da Lissa no meio e os da Debinha na direita (pra combinar com a visão política? xD).
enfim, não tenho muito o que falar e tô num mau humor extremo, só queria anunciar essa coisa que eu fiz, mesmo. e vou colocar esse texto legal, pro post não ficar muito vazio:
"Manifesto Canibal Dada – Francis Picabia
Vós sois todos acusados. Levantai-vos.
O orador não pode vos falar se não estiverdes de pé.
De pé como para a Marselhesa,
De pé como para o hino russo,
De pé como para o God save the king.
De pé como diante da bandeira.
Enfim, de pé diante de DADA que representa a vida e que vos acusa de tudo amar por esnobismo desde que custe caro.
Estais todos sentados? Tanto melhor, assim me escutareis com mais atenção.
Que fazeis aqui, amontoados como seríssimos crustáceos - pois vós sois sérios, não sois?
Sérios, sérios, sérios até à morte.
A morte é uma coisa séria, hein?
Morre-se como herói ou como idiota - o que é a mesma coisa.
A única palavra que não é efêmera é a palavra morte.
Vós amais a morte para os outros.
A morte, à morte, à morte.
Só o dinheiro não morre jamais, ele apenas viaja.
É o Deus, o único que se respeita, o personagem sério - dinheiro dá respeito às famílias. Honra,honra ao dinheiro: o homem que tem dinheiro é um homem honrado.
A honra se compra e vende como o cu.
O cu, o cu representa a vida como as batatas fritas, e vós todos que sois sérios, vos sentireis pior do que merda da vaca.
Dada não cheira a nada, não é nada, nada, nada.
É como vossas esperanças: nada.
Como o vosso paraíso: nada.
Como os vossos ídolos: nada.
Como os vossos políticos: nada.
Como os vossos heróis: nada.
Como os vossos artistas: nada.
Como as vossas religiões: nada.
Assobiai, gritai, cortai minha garganta e depois, e depois? Eu continuarei dizendo que vós sois todos uns porras. E em três meses nós lhes venderemos, meus amigos e eu, nossos quadros por alguns francos."
até a nossa próxima teleaula.
beijonascriança.
então.. eu, tia Lis, fiz aquela coisa legal ali, que agora vai ficar no lugar do título do blog. meus olhos na esquerda, os da Lissa no meio e os da Debinha na direita (pra combinar com a visão política? xD).
enfim, não tenho muito o que falar e tô num mau humor extremo, só queria anunciar essa coisa que eu fiz, mesmo. e vou colocar esse texto legal, pro post não ficar muito vazio:
"Manifesto Canibal Dada – Francis Picabia
Vós sois todos acusados. Levantai-vos.
O orador não pode vos falar se não estiverdes de pé.
De pé como para a Marselhesa,
De pé como para o hino russo,
De pé como para o God save the king.
De pé como diante da bandeira.
Enfim, de pé diante de DADA que representa a vida e que vos acusa de tudo amar por esnobismo desde que custe caro.
Estais todos sentados? Tanto melhor, assim me escutareis com mais atenção.
Que fazeis aqui, amontoados como seríssimos crustáceos - pois vós sois sérios, não sois?
Sérios, sérios, sérios até à morte.
A morte é uma coisa séria, hein?
Morre-se como herói ou como idiota - o que é a mesma coisa.
A única palavra que não é efêmera é a palavra morte.
Vós amais a morte para os outros.
A morte, à morte, à morte.
Só o dinheiro não morre jamais, ele apenas viaja.
É o Deus, o único que se respeita, o personagem sério - dinheiro dá respeito às famílias. Honra,honra ao dinheiro: o homem que tem dinheiro é um homem honrado.
A honra se compra e vende como o cu.
O cu, o cu representa a vida como as batatas fritas, e vós todos que sois sérios, vos sentireis pior do que merda da vaca.
Dada não cheira a nada, não é nada, nada, nada.
É como vossas esperanças: nada.
Como o vosso paraíso: nada.
Como os vossos ídolos: nada.
Como os vossos políticos: nada.
Como os vossos heróis: nada.
Como os vossos artistas: nada.
Como as vossas religiões: nada.
Assobiai, gritai, cortai minha garganta e depois, e depois? Eu continuarei dizendo que vós sois todos uns porras. E em três meses nós lhes venderemos, meus amigos e eu, nossos quadros por alguns francos."
até a nossa próxima teleaula.
beijonascriança.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Coisinhas...
Alô a todos...
Dispenso apresentações, basta que saibam que sou a nova integrante do blog.
Às vezes fico refletindo sobre certas coisas que acontecem no cotidiano, e que só quem já passou por isso sabe. O que leva um homem a ficar perseguindo uma garota na rua? A criatura está lá, compenetrada a ir para a escola, cumprir com as suas tarefas, se sair bem nelas, e mais um milhão de coisas que passam pela mente de quem está atravessando o sinal. Aí vem o estúpido e resolve atrapalhar a paz de espírito da menina, que não fez nada de mal a ninguém na sua vida e nem a ele, afinal mostrar o dedo do meio a um idiota na rua não é nada de mais. Enquanto isso, ela encontra um rapaz, de camisa vermelha, esperando o sinal fechar que nem ela, e que resolve ajudá-la. O babaca, que está andando de bicicleta, agora caçoa do rapaz e da menina, e os acompanha até quase o ponto do ônibus. Ele diz umas frases indecorosas, e a garota nem liga.
Depois, quando o cara de camisa vermelha sobe no ônibus junto com a garota, e depois começa a conversar com ela sobre vários assuntos como se eles fossem amigos de infância, ela percebe e acredita que existem pessoas com muita vontade de fazer o bem espalhadas por aí, e que esperam ajudar quem precise, não importa a hora.
E aí ela mais uma vez revê os seus conceitos a partir de um episódio que muitos podem achar bobo e sem sentido, mas que pra ela fez uma diferença enorme.
Não era bem isso que eu pretendia dizer mas enfim, é impossível não escrever o que vem a cabeça nessas horas.
Até mais.
Dispenso apresentações, basta que saibam que sou a nova integrante do blog.
Às vezes fico refletindo sobre certas coisas que acontecem no cotidiano, e que só quem já passou por isso sabe. O que leva um homem a ficar perseguindo uma garota na rua? A criatura está lá, compenetrada a ir para a escola, cumprir com as suas tarefas, se sair bem nelas, e mais um milhão de coisas que passam pela mente de quem está atravessando o sinal. Aí vem o estúpido e resolve atrapalhar a paz de espírito da menina, que não fez nada de mal a ninguém na sua vida e nem a ele, afinal mostrar o dedo do meio a um idiota na rua não é nada de mais. Enquanto isso, ela encontra um rapaz, de camisa vermelha, esperando o sinal fechar que nem ela, e que resolve ajudá-la. O babaca, que está andando de bicicleta, agora caçoa do rapaz e da menina, e os acompanha até quase o ponto do ônibus. Ele diz umas frases indecorosas, e a garota nem liga.
Depois, quando o cara de camisa vermelha sobe no ônibus junto com a garota, e depois começa a conversar com ela sobre vários assuntos como se eles fossem amigos de infância, ela percebe e acredita que existem pessoas com muita vontade de fazer o bem espalhadas por aí, e que esperam ajudar quem precise, não importa a hora.
E aí ela mais uma vez revê os seus conceitos a partir de um episódio que muitos podem achar bobo e sem sentido, mas que pra ela fez uma diferença enorme.
Não era bem isso que eu pretendia dizer mas enfim, é impossível não escrever o que vem a cabeça nessas horas.
Até mais.
quinta-feira, 10 de abril de 2008

HA HA HA olha lá a Lis tirando nota ruim no teste de matemática 2.
Agora nosso blog tem várias novidades, a gente tem uma amiguinha nova [que na verdade é velha] e vai postar as coisas diversos dela quando possível, e ainda, um link muito legal com sinopse e filme pra baxar.
Gostaria, no dia de hoje, contar um fato que aconteceu essa ultima terça-feira, serie uma narradora-observadora, pois as personagens são: Laís, uma de nossas dignissimas escritoras, e ele, o Lèo, nosso mais novo, maravilhoso e perfeito professor de geografia. Laís já havia perguntado a minha pessoa sobre umas metas tomadas pela URSS quando o socialismo tava caindo, e eram nomes esquisitos e eu nunca tinha ouvido falar ou estudado na escola; e ela achava um absurdo eu nunca ter ouvido falar, já que ela estudara no colégio.
Na aula de geografia de terca ela voltou com esse assunto e perguntou pra um monte de gente sentada perto dela, e ninguém jamais estudou esse troço, eu, Deborah, mandei ela perguntar se o professor estou a tal coisa na faculdade.
Agora que vem a parte boa.
Laís levanta e começa a pular pelo ninho de rato desorganizado que é a organização das carteiras na nossa sala, enquanto fala, PROFESSOOOR! e pula pelas carteiras todos começam a olhar. Depois de uma luta louca com as carteiras chega ela na frente, começa a falar e gesticular compulsivamente na frente do professor. Léo, por sua vez, começa a dilatar as pupílas, começa a dar passoa pra trás e COMEÇA A SE JOGAR DA JANELA.
Gente, o professor de geografia tentou se jogar pela janela com medo da Lis, isso aconteceu de verdade, não é histórinha.
Durante os próximos 3 ou 4 minutos a turma desmoronava em risos, e Laís explicava a coisa da URSS pro professor, ele cada vez mais olhava com cara de AímeuDeusdocéu pra ela, ele começou a fazer perguntas do naipe,:
Léo - você quer ser o que da vida?
Lis - professora de filosofia.
Léo - bem sua cara.
Lis - pois é...
Léo - não eu nunca estudei esse troço na faculdade, mas já li sobre.
Lis [derrotada] - poxa! [quase chorando]
Aí volta o cão arrependido pra mesa e algumas almas insanas como a Thaynara, declaram ter estudado essa coisa, o quê deixa a Lis um pouco feliz com tudo e nos proximos minutos da aula ela vira um pouco o assunto, ela e a carreira futura dela talvez sendo uma psiquiatra que pergunte '' O que você tem?", o paciente, deitado no divã vermelho: "estou com disturbio mental", e logo após ela responda "Ah, sei bem como é, tmb tenho."...
[sei que o post tá gigante mas ah! Enjoy!]
[Foto do dia - Peter Petrelli, o cara mais coisa linda do Heroes, além de ser o mais poderoso! E olha essa cicatriz dele de 5 anos depois, aaaaiii...]
[musica do dia- Who let you go - The Killers]
=**
quarta-feira, 9 de abril de 2008
boa noite, amiguinhos.
nhaam, deixa eu ver.. não tenho muita coisa pra dizer, na verdade. tava feliz porque o teste de Geometria tinha sido pequeno e fácil, mas o senhor Quaio veio me dizer que parece que a gente errou a primeira e a terceira questão. e adivinha? siiiim, é claaaro que são as duas que eu fiz. :]
não sei se isso serve de consolo pra vc, Debinha, mas o mundo também não gosta de mim.
ah, enfim. não importa. falando no Quaio, ele escreveu uma coisa. segundo ele mesmo, um poema "arnaldoantuniano". nunca parei pra prestar muita atenção no que o Arnaldo Antunes escreve, mas enfim, é nonsense, combina com o blog...
"Nomes Parecidos
Gabriel
Rafael
Manoel
Joziel
Carretel
Folha de papel
Azul é a cor do céu"
(by Kaio Tsuruta)
acho que eu tinha mais algumas coisas legais pra falar... mas tô cansada e com soninho, esqueci tudo.
e ao amiguinho anônimo que comentou no último post (algo como "aff vey que blog ruim"): http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=30685313.
sem mais.
Lis.
nhaam, deixa eu ver.. não tenho muita coisa pra dizer, na verdade. tava feliz porque o teste de Geometria tinha sido pequeno e fácil, mas o senhor Quaio veio me dizer que parece que a gente errou a primeira e a terceira questão. e adivinha? siiiim, é claaaro que são as duas que eu fiz. :]
não sei se isso serve de consolo pra vc, Debinha, mas o mundo também não gosta de mim.
ah, enfim. não importa. falando no Quaio, ele escreveu uma coisa. segundo ele mesmo, um poema "arnaldoantuniano". nunca parei pra prestar muita atenção no que o Arnaldo Antunes escreve, mas enfim, é nonsense, combina com o blog...
"Nomes Parecidos
Gabriel
Rafael
Manoel
Joziel
Carretel
Folha de papel
Azul é a cor do céu"
(by Kaio Tsuruta)
acho que eu tinha mais algumas coisas legais pra falar... mas tô cansada e com soninho, esqueci tudo.
e ao amiguinho anônimo que comentou no último post (algo como "aff vey que blog ruim"): http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=30685313.
sem mais.
Lis.
terça-feira, 8 de abril de 2008
O Mundo Odeia a Debbinha!

Ah! Vim de um dia cheio de coisas legais e novas, até aula de pós-graduação de geologia do sei-lá-o-quê estão existindo na minha vidinha agitada, e enfim, depois de um ótimo dia me aparece uma situação que existe na vida das pessoas chamada popularmente por Orkut e esse lixo me obriga a mudar minha senha. Nessa altura da minha vida me vêm um site viciante-controlador-capitalista falar que minha senha de 4 anos de idade não está certa? E pior, eu no meu lugar de ser insignificante e controlado que sou vou e mudo o cacete da senha.
Mas essa histórinha toda é uma simples introdução pra chegar no fato atual que acontece na minha vida. O digníssimo Orkut me leva a fazer coisas terríveis, como ver albúns de pessoas que são importantes pra mim com várias fotos sentimentais relacionadas a CACHORRO! o.O
MEU DEUS ONDE ESSE MUNDO VAI PARAR?
Olha, gostar de cachorro é uma dádiva, admiro as pessoas que gostam de animais, sério. Mas fazer um álbum pro bicho, seja ele principalmente cachorro é uma merda. Talvez a própria Sra. Laís Franco discorde de mim, mas eu acho isso uma vergonha!
E depois do Orkut me fazer essa puta sacanagem da senha e me induzir a ver esse álbum de cachorro eu perdi todas as vontades que eu tive duranet o engarrafamento de escrever uma coisa legal no blog. :(
Mas, here we are, e como essa vida de escritora costuma me cansar devo retirar-me por motivos de fádiga. Até um dia desses.
All the best =*
Debbinha.
[Essa foto linda é do casal do mês, Yukari-San [Caroline] e o coisa-linda do George [Jôji] que são um casal exemplo mundial, uma menina boba e um cara filho-da-puta lindo e maravilhoso. ^^]
domingo, 6 de abril de 2008
oi. eu sou a Lis. quer ser meu amiguinho?
nhaaa, então. a Deborah é uma niilista boba que negou a existência idiossincrática desse blog no "post inaugural", então eu resolvi vir aqui, começar tudo de novo (mentira, eu já queria vir, isso foi só uma desculpa). é que como foi ela que criou o blog, eu acabei me sentindo meio deslocada no processo, e quis vir aqui olhar o que tava acontecendo - eu não vou divulgar esse post, que é mais um post-teste, mas isso pouco importa.
o fato é que existe um blog aqui, que por enquanto é comandado por mim e pela boba feia já citada. porém, nós temos - pra falar a verdade não sei se temos, mas isso também não importa - planos malígnos de incluir a Nexa nessa coisa. até porque, creio eu que o intuito disso aqui é substituir o outro, do qual a Nexa participou, que o weblogger não nos deixou continuar. um belo dia ele resolveu que nós não poderíamos mas postar e pronto: PUFT! e não pudemos. tá que o blog só tinha dois textos, um sobre a minha mancha rosa e outro que era uma breve divagação sobre a batata palha. mas a gente tava apegada emocionalmente a ele! ://
tá, eu desviei do foco da questão, que é apresentar o blog, de novo.
então... uma apresentação? ehrr..
e tenho dito!
enfim, eu realmente não sei apresentar nada. tirem as conclusões que quiserem. se for o caso, é permitido fazer perguntas pra tia. existe uma coisa ali embaixo chamada "comentários" que foi criada com esse intuito - mas porque eu tô falando isso, se eu não vou divulgar esse post, carajo? ah, sei lá, fuck off. creio que isso seja vontade de escrever.
e talvez sirva pra alguma coisa. se algum leitor desavisado vir isso aqui, já sabe que nós somos pessoas legais, não mordemos (com freqüência), e num futuro não muito distante, estaremos escrevendo coisas legais.
bom.. um beijo pro possível leitor desavisado, então.
e ainda é válido perguntar pra tia no comentário.
nhaaa, então. a Deborah é uma niilista boba que negou a existência idiossincrática desse blog no "post inaugural", então eu resolvi vir aqui, começar tudo de novo (mentira, eu já queria vir, isso foi só uma desculpa). é que como foi ela que criou o blog, eu acabei me sentindo meio deslocada no processo, e quis vir aqui olhar o que tava acontecendo - eu não vou divulgar esse post, que é mais um post-teste, mas isso pouco importa.
o fato é que existe um blog aqui, que por enquanto é comandado por mim e pela boba feia já citada. porém, nós temos - pra falar a verdade não sei se temos, mas isso também não importa - planos malígnos de incluir a Nexa nessa coisa. até porque, creio eu que o intuito disso aqui é substituir o outro, do qual a Nexa participou, que o weblogger não nos deixou continuar. um belo dia ele resolveu que nós não poderíamos mas postar e pronto: PUFT! e não pudemos. tá que o blog só tinha dois textos, um sobre a minha mancha rosa e outro que era uma breve divagação sobre a batata palha. mas a gente tava apegada emocionalmente a ele! ://
tá, eu desviei do foco da questão, que é apresentar o blog, de novo.
então... uma apresentação? ehrr..
e tenho dito!
enfim, eu realmente não sei apresentar nada. tirem as conclusões que quiserem. se for o caso, é permitido fazer perguntas pra tia. existe uma coisa ali embaixo chamada "comentários" que foi criada com esse intuito - mas porque eu tô falando isso, se eu não vou divulgar esse post, carajo? ah, sei lá, fuck off. creio que isso seja vontade de escrever.
e talvez sirva pra alguma coisa. se algum leitor desavisado vir isso aqui, já sabe que nós somos pessoas legais, não mordemos (com freqüência), e num futuro não muito distante, estaremos escrevendo coisas legais.
bom.. um beijo pro possível leitor desavisado, então.
e ainda é válido perguntar pra tia no comentário.
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